certamente todas as escolas e sistemas de ensino tem algo de bom.
porque tudo tem algo de bom.
até mesmo o fim do mundo tem algo de bom!
o problema está na parte ruim da historia.
e podemos afirmar que todas as escolas tem algo de ruim.
a começar por professores, funcionários e administradores que foram escolarizados no modelo escolar vigente
um modelo que nos faz acreditar que o aprendizado vem de fora, é dependente do conhecimento, é pré-determinado, acontece de forma hierárquica, é fragmentado, é intencional...e principalmente, nos ensina a não confiar nas crianças.
por isso, todos os modelos reformistas e com propostas de um novo modelo escolar, acabam não resolvendo a parte ruim da escolarização.
escolas waldorf, escolas democráticas, construtivistas...acabam sendo só um método a ser seguido, e não uma abertura para transmutar a relação ensinar/aprender; continuam a ensinar algo de fora para dentro, a pré-determinar o conteúdo, a fragmentar o ensino, a manter relações hierárquicas, a não confiar nas crianças e com o risco de ter tudo isso muito mais camuflado do que nas escolas assumidamente autoritárias.
e nossas crianças continuam sem um ambiente propicio para desenvolverem seus potenciais, sua capacidade de pensar e a condição de se tornarem homens e mulheres potentes, verdadeiramente alegres e criadores de comunidades ativas.
6.1.12
VAMOS FAZER ACONTECER!
edilberto e tatiana publicaram um lindo post, esclarecendo de modo lúcido, acessível e absolutamente inspirador, sobre o "modelo" de educação desescolarizada.
por favor leiam! (é só clicar no nome deles ou aqui para direciona-lo ao blog desescolariza)
após a leitura só nos resta pensar em como, efetivamente, colocar em pratica, o inquestionavel, para o desenvolvimento pleno de nossos filhos.
provavelmente, todos que se interesse pelo assunto, ao ler o post, concordariam que nosso sistema educacional ainda está bem atrelado a descrição do "modelo escolar vigente" da primeira coluna, e ficariam felizes com o "novo modelo escolar" que é descrito na segunda coluna.
acontece que, como todos vivemos dizendo, as mudanças são muito rápidas, e o "novo modelo escolar" já é ultrapassado para a geração atual em idade escolar, não tenho duvida que eles já estão prontos para o "modelo desescolarizado de educação".
assim fica claro que o problema não está na nova geração, mas nas gerações que foram educadas pelo modelo vigente e que sofre em pensar em transmutar para o novo modelo, que o diga conseguir vislumbrar o modelo desescolarizado.
então temos duas opções, exterminar todos acima de 18 anos e liberar a garotada para se desenvolverem sem serem atrapalhados, ou nós, pais do século passado, aceleramos nossos processos e mudamos nossos paradigmas.
a primeira opção seria muito trágica, então sugiro que enfrentemos a segunda opção, quase tão difícil quanto a primeira, mas menos sangrenta.
humores a parte (sim estou muito bem humorada por encontrar aliados tão inspiradores como edilberto, tatiana, cassia...na certeza que essa lista crescerá dia a dia), e vamos agir com coragem - cor-agem = ação do coração, e vamos transmutar, nos desescolarizar, confiar na vida; estar verdadeiramente ao lado de crianças, é um caminho promissor!
como mais uma das infinitas fontes que podemos encontrar, tentarei publicar aqui nesse blog, nosso dia a dia desescolarizado; não como modelo, porque sinceramente acredito que cada familia irá encontrar seu modo de educação, mas para compartilhar que não é utopia, na verdade, é muito mais facil do que imaginamos!
por favor leiam! (é só clicar no nome deles ou aqui para direciona-lo ao blog desescolariza)
após a leitura só nos resta pensar em como, efetivamente, colocar em pratica, o inquestionavel, para o desenvolvimento pleno de nossos filhos.
provavelmente, todos que se interesse pelo assunto, ao ler o post, concordariam que nosso sistema educacional ainda está bem atrelado a descrição do "modelo escolar vigente" da primeira coluna, e ficariam felizes com o "novo modelo escolar" que é descrito na segunda coluna.
acontece que, como todos vivemos dizendo, as mudanças são muito rápidas, e o "novo modelo escolar" já é ultrapassado para a geração atual em idade escolar, não tenho duvida que eles já estão prontos para o "modelo desescolarizado de educação".
assim fica claro que o problema não está na nova geração, mas nas gerações que foram educadas pelo modelo vigente e que sofre em pensar em transmutar para o novo modelo, que o diga conseguir vislumbrar o modelo desescolarizado.
então temos duas opções, exterminar todos acima de 18 anos e liberar a garotada para se desenvolverem sem serem atrapalhados, ou nós, pais do século passado, aceleramos nossos processos e mudamos nossos paradigmas.
a primeira opção seria muito trágica, então sugiro que enfrentemos a segunda opção, quase tão difícil quanto a primeira, mas menos sangrenta.
humores a parte (sim estou muito bem humorada por encontrar aliados tão inspiradores como edilberto, tatiana, cassia...na certeza que essa lista crescerá dia a dia), e vamos agir com coragem - cor-agem = ação do coração, e vamos transmutar, nos desescolarizar, confiar na vida; estar verdadeiramente ao lado de crianças, é um caminho promissor!
como mais uma das infinitas fontes que podemos encontrar, tentarei publicar aqui nesse blog, nosso dia a dia desescolarizado; não como modelo, porque sinceramente acredito que cada familia irá encontrar seu modo de educação, mas para compartilhar que não é utopia, na verdade, é muito mais facil do que imaginamos!
27.12.11
FRASE FEITA!
nesses tempos intelectuais, é muito comum escutarmos as pessoas tentarem resolver os problemas através de palavras ao invés de ações, criando as populares “frases feitas”, que são repetidas automaticamente, como se magicamente algo fosse mudar.
Uma delas é: “liberdade com responsabilidade”
ora, se a liberdade está sendo limitada pela responsabilidade, já não é liberdade!
liberdade não pode ser condicionada.
na pratica, nada muda, o que está sendo dito é que liberdade não existe, mas não queremos parecer autoritários, então surge essa frase incoerente e enganosa.
e como seria transmutar o problema da liberdade pela ação?
podemos inverter a frase e pensar: “porque somos responsáveis, somos livres”
também é uma frase, mas ao ser dita, nos libera para a transmutação, pois é uma frase que só se sustenta pela ação.
somos responsáveis por nossa existência, somos produtores de nós mesmos e produtores de realidade, sendo assim, somos livres porque somos responsáveis por nossa existência e nosso modo de vida.
quando ajo desse modo, ou quando digo isso a meus filhos, eu já estou aceitando que eles sejam livres, criadores e imprevisíveis.
por falar em autoritário, aqui vai outra frase intelectualizada, banalizada e vazia:
“o bom pai e o bom educador não são autoritários, mas tem autoridade diante das crianças”
escutei essa frase algumas vezes, e quando resolvi pensar a respeito dela, entendi que o sentido de autoridade nessa sentença é o mesmo que autoritário!
perguntei-me então, qual seria o verdadeiro sentido de autoridade?
creio que a pessoa com autoridade, domine amplamente algum campo de conhecimento, tornando-se uma autoridade no assunto.
assim sendo, autoridade não está ligado a um cargo ou posição, mas sim a sua capacidade.
não basta ter um filho, um diploma de professor, ou simplesmente ser adulto, para tornar-se uma autoridade para a criança, porque quem ocupa um lugar sem preparar-se a ponto de ser uma autoridade no assunto, só poderá ser um autoritário.
uma vez conquistada a condição de autoridade, este deverá inspirar a todos, com seus conhecimentos, pensamentos e principalmente, com suas ações.
nessa linha de pensamento, ser uma autoridade para as crianças, é inspira-las, é criar para elas ambientes propícios onde elas possam desenvolver seus potenciais e manter sempre ativa sua curiosidade.
e como nos tornamos uma autoridade para crianças?
conhecendo-as, não de forma genérica e com regras prontas, mas através do contato verdadeiro com cada uma delas.
através de muita observação e paciência.
porem, para conseguir observar uma criança verdadeiramente, é necessário estar livre de julgamentos, de preconceitos e de frases feitas; é necessário estar aberto, com o coração tranquilo e com o senso de humor apurado!
para ser uma autoridade em crianças, é preciso conhecer o humano, aceitarmos que somos responsáveis por nosso modo de vida; que temos em nós, a fonte criadora de nós mesmos, uma musa interior adormecida, como diz meu amigo jon-roar bjørkvold.
é necessário despertar, talvez com um beijo, nossa musa inspiradora.
para estar com as crianças, é necessário sermos livres e uma autoridade no assunto humanidade!
Uma delas é: “liberdade com responsabilidade”
ora, se a liberdade está sendo limitada pela responsabilidade, já não é liberdade!
liberdade não pode ser condicionada.
na pratica, nada muda, o que está sendo dito é que liberdade não existe, mas não queremos parecer autoritários, então surge essa frase incoerente e enganosa.
e como seria transmutar o problema da liberdade pela ação?
podemos inverter a frase e pensar: “porque somos responsáveis, somos livres”
também é uma frase, mas ao ser dita, nos libera para a transmutação, pois é uma frase que só se sustenta pela ação.
somos responsáveis por nossa existência, somos produtores de nós mesmos e produtores de realidade, sendo assim, somos livres porque somos responsáveis por nossa existência e nosso modo de vida.
quando ajo desse modo, ou quando digo isso a meus filhos, eu já estou aceitando que eles sejam livres, criadores e imprevisíveis.
por falar em autoritário, aqui vai outra frase intelectualizada, banalizada e vazia:
“o bom pai e o bom educador não são autoritários, mas tem autoridade diante das crianças”
escutei essa frase algumas vezes, e quando resolvi pensar a respeito dela, entendi que o sentido de autoridade nessa sentença é o mesmo que autoritário!
perguntei-me então, qual seria o verdadeiro sentido de autoridade?
creio que a pessoa com autoridade, domine amplamente algum campo de conhecimento, tornando-se uma autoridade no assunto.
assim sendo, autoridade não está ligado a um cargo ou posição, mas sim a sua capacidade.
não basta ter um filho, um diploma de professor, ou simplesmente ser adulto, para tornar-se uma autoridade para a criança, porque quem ocupa um lugar sem preparar-se a ponto de ser uma autoridade no assunto, só poderá ser um autoritário.
uma vez conquistada a condição de autoridade, este deverá inspirar a todos, com seus conhecimentos, pensamentos e principalmente, com suas ações.
nessa linha de pensamento, ser uma autoridade para as crianças, é inspira-las, é criar para elas ambientes propícios onde elas possam desenvolver seus potenciais e manter sempre ativa sua curiosidade.
e como nos tornamos uma autoridade para crianças?
conhecendo-as, não de forma genérica e com regras prontas, mas através do contato verdadeiro com cada uma delas.
através de muita observação e paciência.
porem, para conseguir observar uma criança verdadeiramente, é necessário estar livre de julgamentos, de preconceitos e de frases feitas; é necessário estar aberto, com o coração tranquilo e com o senso de humor apurado!
para ser uma autoridade em crianças, é preciso conhecer o humano, aceitarmos que somos responsáveis por nosso modo de vida; que temos em nós, a fonte criadora de nós mesmos, uma musa interior adormecida, como diz meu amigo jon-roar bjørkvold.
é necessário despertar, talvez com um beijo, nossa musa inspiradora.
para estar com as crianças, é necessário sermos livres e uma autoridade no assunto humanidade!
21.11.11
FORA DO EIXO
no post anterior eu fiz um convite para nosso re-criando de novembro, que já aconteceu, onde o assunto foi "criando novas realidades".
pois ontem fui conhecer uma pratica inspiradora de uma nova realidade.
fora do eixo é o nome desse projeto que existe há 6 anos em diversas cidades do brasil.
uma das casas do fora de eixo fica em são paulo, minha vizinha aqui na aclimação, onde passei um par de horas me encantando com o modo de vida que eles estão criando e praticando.
16 pessoas, entre 20 e 31 anos, alem de muitos visitantes, vivem nessa casa auto sustentável, criando projetos, fomentando criações e praticando o viver com liberdade e intensidade.
diferente do que eu já conheci em termos de coletivos e vida comunitária, não existe uma liderança, um guru, nem um formato pré estabelecido que os determinem.
eles são empíricos, toda teoria surge da pratica e de suas vivências.
com um discurso totalmente sustentado pelo modo de vida que exala pela casa, eles são testemunhas que é possível radicalizar (no sentido literal da palavra, criar raízes)na criação de um modo de vida fora do eixo e absolutamente inspirador.
não é só um sonho utópico viver de modo comunitário, é só ir até a casa e sentir no próprio corpo todas as possibilidades.
e assim poderia ser o modo de vida com famílias e seus filhos, uma aldeia totalmente compatível com nossas vidas pós modernas.
para mergulhar nessa realidade, no mês de dezembro irá acontecer o IV congresso fora do eixo, que este ano será sediado em são paulo, onde vamos participar com uma roda do re-criando - desescolarização.
tem muita coisa boa acontecendo nesse mundo!!!
pois ontem fui conhecer uma pratica inspiradora de uma nova realidade.
fora do eixo é o nome desse projeto que existe há 6 anos em diversas cidades do brasil.
uma das casas do fora de eixo fica em são paulo, minha vizinha aqui na aclimação, onde passei um par de horas me encantando com o modo de vida que eles estão criando e praticando.
16 pessoas, entre 20 e 31 anos, alem de muitos visitantes, vivem nessa casa auto sustentável, criando projetos, fomentando criações e praticando o viver com liberdade e intensidade.
diferente do que eu já conheci em termos de coletivos e vida comunitária, não existe uma liderança, um guru, nem um formato pré estabelecido que os determinem.
eles são empíricos, toda teoria surge da pratica e de suas vivências.
com um discurso totalmente sustentado pelo modo de vida que exala pela casa, eles são testemunhas que é possível radicalizar (no sentido literal da palavra, criar raízes)na criação de um modo de vida fora do eixo e absolutamente inspirador.
não é só um sonho utópico viver de modo comunitário, é só ir até a casa e sentir no próprio corpo todas as possibilidades.
e assim poderia ser o modo de vida com famílias e seus filhos, uma aldeia totalmente compatível com nossas vidas pós modernas.
para mergulhar nessa realidade, no mês de dezembro irá acontecer o IV congresso fora do eixo, que este ano será sediado em são paulo, onde vamos participar com uma roda do re-criando - desescolarização.
tem muita coisa boa acontecendo nesse mundo!!!
1.11.11
RE-CRIANDO EM SÃO PAULO
seguindo nosso projeto de desescolarização faremos nosso próximo encontro no dia 4 de novembro, com um novo horário, as 17hs.
cada encontro tem um tema especifico para seguir desenvolvendo nossos processos de desescolarização dos adultos.
o tema que irá permear será: "criando novas realidades"
com o respaldo da biologia, da física e da filosofia, é possível afirmar que não existe um mundo pre-dado em qual temos que nos adaptar, somos criadores de realidade, somos responsáveis e por isso podemos ser livres.
o encontro é para pais e educadores, as crianças são bem vindas, porem não temos uma programação direcionada para elas, mas temos espaço e outras crianças de varias idades.
o encontro é gratuito.
para confirmar presença e receber o endereço do encontro, por favor, mande um e-mail para anavidaativa@gmail.com
até la
cada encontro tem um tema especifico para seguir desenvolvendo nossos processos de desescolarização dos adultos.
o tema que irá permear será: "criando novas realidades"
com o respaldo da biologia, da física e da filosofia, é possível afirmar que não existe um mundo pre-dado em qual temos que nos adaptar, somos criadores de realidade, somos responsáveis e por isso podemos ser livres.
o encontro é para pais e educadores, as crianças são bem vindas, porem não temos uma programação direcionada para elas, mas temos espaço e outras crianças de varias idades.
o encontro é gratuito.
para confirmar presença e receber o endereço do encontro, por favor, mande um e-mail para anavidaativa@gmail.com
até la
17.10.11
DESECOLARIZAÇÃO + UNSCHOOLING!
já usei a palavra desescolarização como tradução de unschooling, mas para mim, tem ficado muito claro que são duas coisas bem diferentes, porem totalmente aliadas.
unscholling é a denominação da pratica, que algumas famílias, mundo afora, optaram por não mandarem seus filhos a escola e nem transferirem a escola para dentro de casa (homescholling).
desescolarização, para mim, é a pratica de "tirar" a escola de dentro de nós, o pensamento formatado que a escola nos ensinou.
escola que vai além de seus muros, que existe em casa, na sociedade, no trabalho...
nossos encontros de desescolarização são para que os adultos pratiquem a mudança do paradigma do pensamento intermediado pela escolarização, para o paradigma do pensamento desescolarizado, que está diretamente conectado com a fonte de criação da vida, com nossas pulsões.
apesar de serem praticas distintas, unscholling e desescolarização, se sustentam mutuamente, por isso pratico as duas.
pratico a desescolarização em mim, com meu marido e com meu filho de 18 anos que até os 14 frequentou a escola, fomos escolarizados e por isso estamos nos desescolarizando.
pratico o unschooling com minhas filhas, que nunca frequentaram escolas, por isso não precisam desescolarizar.
é possível um adulto optar por se desescolarizar e manter os filhos na escola, assim como é possível ter os filhos fora da escola e seguir o paradigma da escolarização.
porem, não há duvida que os dois caminham muito bem juntos.
uma das inseguranças que os pais escolarizados sentem é em relação ao tempo e a responsabilidade de educar os filhos.
quando uma família pensa em praticar o unschooling sob o paradigma da escolarização a solução virá formatada, baseada em custo-beneficio, com sacrifícios de tempo e das finanças da família em prol do desenvolvimento que acreditam para seus filhos.
sob o paradigma da desescolarização, os pais percebem que precisam ter uma vida cotidiana mais interessante para que seus filhos os acompanhem em ambientes vivos e inspiradores, a transformação é de toda família e todos ganham com a mudança.
porque uma criança não precisa de pais que os eduquem e sim de pais que vivam com eles.
e esses pais precisam se preparar para viverem ao lado de seus filhos.
unscholling é a denominação da pratica, que algumas famílias, mundo afora, optaram por não mandarem seus filhos a escola e nem transferirem a escola para dentro de casa (homescholling).
desescolarização, para mim, é a pratica de "tirar" a escola de dentro de nós, o pensamento formatado que a escola nos ensinou.
escola que vai além de seus muros, que existe em casa, na sociedade, no trabalho...
nossos encontros de desescolarização são para que os adultos pratiquem a mudança do paradigma do pensamento intermediado pela escolarização, para o paradigma do pensamento desescolarizado, que está diretamente conectado com a fonte de criação da vida, com nossas pulsões.
apesar de serem praticas distintas, unscholling e desescolarização, se sustentam mutuamente, por isso pratico as duas.
pratico a desescolarização em mim, com meu marido e com meu filho de 18 anos que até os 14 frequentou a escola, fomos escolarizados e por isso estamos nos desescolarizando.
pratico o unschooling com minhas filhas, que nunca frequentaram escolas, por isso não precisam desescolarizar.
é possível um adulto optar por se desescolarizar e manter os filhos na escola, assim como é possível ter os filhos fora da escola e seguir o paradigma da escolarização.
porem, não há duvida que os dois caminham muito bem juntos.
uma das inseguranças que os pais escolarizados sentem é em relação ao tempo e a responsabilidade de educar os filhos.
quando uma família pensa em praticar o unschooling sob o paradigma da escolarização a solução virá formatada, baseada em custo-beneficio, com sacrifícios de tempo e das finanças da família em prol do desenvolvimento que acreditam para seus filhos.
sob o paradigma da desescolarização, os pais percebem que precisam ter uma vida cotidiana mais interessante para que seus filhos os acompanhem em ambientes vivos e inspiradores, a transformação é de toda família e todos ganham com a mudança.
porque uma criança não precisa de pais que os eduquem e sim de pais que vivam com eles.
e esses pais precisam se preparar para viverem ao lado de seus filhos.
13.10.11
REPORTAGEM SOBRE TAKETINA
revista planeta - outubro 2011
reportagem sobre taketina, quando tivemos o workshop no ano passado.
esse ano o workshop acontecerá nos dias 26 e 27 de novembro e com a nova data 3 e 4 de dezembro
mais informações nesse post



reportagem sobre taketina, quando tivemos o workshop no ano passado.
esse ano o workshop acontecerá nos dias 26 e 27 de novembro e com a nova data 3 e 4 de dezembro
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