não há duvidas que estamos melhorando!
melhorando o que está ruim...
melhorando uma cultura e um sistema, que gera impotência, desejo de poder (sobre os outros), de destruição de nossa existência plena
há tempos atrás, alguem que falasse algo subversivo ao sistema corria grande risco de ser torturado e até morto
melhoramos, não somos mais torturados e mortos pelo poder do sistema
pois o sistema está fortalecido e absorve a subversão, exemplo disso é a existencia do departamento de sustentabilidade dentro dos bancos! e daqui a pouco teremos escolas desescolarizadas...mas só na teoria
enquanto isso continuamos adoecendo, nos torturando e até morrendo por nosso modo de vida
na minha percepção a historia é assim:
somos seres biológicos e culturais
nossa biologia é criadora de cultura
cultura é um sistema fechado que nos permite o desenvolvimento de nossos processos
a pergunta é, por que criamos uma cultura que é anti biológica?
por que nossa condição biologia cria uma cultura que desinveste a própria existência?
pois estamos vivendo a cultura da doença, da necessidade de ter um "seguro saúde"; nos submetemos a trabalhos que não nos inspiram ou que não são frutos de nossa inspiração; estamos distante da natureza, de nossa natureza; respiramos um ar de péssima qualidade, bebemos agua contaminada; sentimos dores nas costas, sentimos cansaço, preguiça; nos alimentamos de veneno; e já nem sabemos mais qual o nosso desejo mais latente
criamos essa cultura porque estamos biologicamente desequilibrados, descoordenados, porque desinvestimos nossos corpos
chamo de corpo a composição de muitas forças, emocionais, racionais, instintivas, intuitivas, cognitivas, anímicas, etc, etc
um corpo desequilibrado, descoordenado, impotente, cria uma cultura desequilibrada, descoordenada e impotente
enquanto não reorganizarmos nossa condição biológica, enquanto não colarmos nossa existência a sua força criadora (processo autopoetico), todas as mudanças em nossa cultura será só a melhora do que está ruim, e continuaremos a nos destruir, a perder a grande possibilidade da vida plena e potente
para isso precisamos trabalhar em nós e não na cultura
cada vez que trabalhamos a cultura isolada de seu criador (nós) alimentamos e melhoramos o que está ruim, investimos na sobrevivencia, e deixamos para trás a vida que não temos ideia que podemos viver
precisamos para de reclamar, de lutar, de nos colocarmos no lugar de vitima; precisamos assumir a responsabilidade e insistir na verdadeira mudança, aquela que transmuta, que muda o paradigma e devolve dignidade a vida
muita coisa a ser feita, muitas lutas e combates, mas em nós mesmos, reconstruir nossos corpos, liberar todas as forças que nos compõe
a vida é perfeita! um corpo desinvestido cria uma cultura destruidora do próprio corpo
um corpo investido criará uma cultura potencializadora desse corpo.
essa é a perfeição da vida!
23.5.13
VIDEO E ENCONTRO SOBRE DESESCOLARIZAÇÃO!
nesse proximo sabado dia 25, faremos um encontro em são paulo
deixo aqui o link com informações e um video introdutorio do encontro.
deixo aqui o link com informações e um video introdutorio do encontro.
1.5.13
PRATICAS DIÁRIAS!
minha ausência aqui no blog acontece por que tenho acreditado mais na ação e menos na palavra
continuo lendo muito, adoro o exercício do pensamento, busco conhecimento
mas se cada coisa que aprendo não se transforma em ação real no momento presente, aquilo não me serve
falamos de mais, nosso conhecimento está refinadissimo, temos técnicas, escrevemos a respeito de coisas incríveis...
todos os dias leio frases revolucionarias que pessoas postam no facebook
mas na real, não mudamos nosso cotidiano, nossa cultura, nosso modo de pensar, sentir e agir a vida
então, pra que serve tanto conhecimento?
quando alguem me fala algo revolucionario e eu quero seguir a conversa para chegar na ação, logo vem a explicação, a reclamação, a justificação, do porque não é possível transmutar
e a culpa é sempre do outro, do governo com a suas leis, da sociedade que não muda, da realidade que é assim e pronto
e cheios de conhecimento, de frases feitas elaboradas, seguimos a vida acomodados na realidade pronta e limitadora
e assim nascem os inconformados, os rebeldes, os protestos...que alimentam essa realidade da qual nos queixamos
o que eu gostaria de compartilhar é que esse assunto que anda rolando por aí sobre "criação de realidade" é verdade
tenho experimentado isso, e funciona que é uma maravilha!
a mudança não está no outro, nem no governo, nem na sociedade, nem na realidade supostamente pronta
a mudança está em nós
e quando mudamos, tudo muda!
de verdade!
para mudar é necessário praticas diárias, praticas de mudança no nosso cotidiano, sim, eu estou dizendo que são praticas reais que precisamos fazer todos os dias
como o que eu acredito é na transmutação do poder para a potencia, eu invisto nas minhas praticas diárias corporais
o corpo é a potencia
não esse corpo que estamos acostumados a pensar
mas um corpo que é o todo, e como sabemos, o todo é mais do que a soma de suas partes
as partes são muitas, pois não temos ideia do que pode um corpo
as partes que eu poderia nomear para exemplificar, são: físico, emocional, cognitivo, energético, anímico, espiritual, instinto, intuição, mente, intelecto, consciente, inconsciente, sub-consciente, percepção sensorial, percepção cinestésica, e muitas outras "partes" inseparáveis que formam o todo, o corpo!
e se não temos todas as partes ativas, vivas, acordadas, não somos o todo
os bebês, as crianças pequenas, mesmo sem saberem de nada, estão inteiros em seus corpos
em nossa cultura, vamos desinvestindo "partes" do nosso todo, e assim crescemos pela metade, e se não temos o "todo" ativado, não temos corpo, só partes dele, nos tornamos impotentes, e por isso buscamos o poder
sabendo de tudo isso, e não querendo ser mais uma inconformada, ou reclamar para alguem o estrago que fizeram comigo, arregaço as mangas e crio praticas diárias para despertar todas as partes, as que conheço e as que desconheço, diariamente, para voltar a ser um corpo
posso compartilhar minhas praticas aqui, mas gostaria de deixar claro que essas não são as únicas praticas, e nem necessariamente as melhores, são as praticas que conheço, que me fazem sentido nesse momento, e são praticas que mudam, que estão sempre vivas, que não deixo virar habito
fique a vontade de experimenta-las e fique mais a vontade ainda de criar suas próprias praticas
o importante é que sejam feitas diariamente, pois nosso não-corpo está feito por praticas diárias, ações que nos reduzem a um corpo funcional, cultural, e aleijado
aqui vão algumas praticas diárias
(é interessante como muitas praticas se dão em 20 minutos...)
antes de levantar da cama, faço 20 minutos de palming (exercício para os olhos) e depois um rápido relaxamento no corpo todo (existem muitas técnicas para isso)
em jejum, ao levantar 20 minutos de oil pulling
depois faço uma sequência de energização e processos anímicos que, no momento, estou nas pratica que li no livro "a aura e os chakras, manual do proprietario"de karla mclaren
na sequência, 20 minutos de semi-supina, uma pratica da técnica alexander, da qual sou professora
varias vezes ao longo do dia, pratico exercício para os olhos desenvolvidos pelo Dr. Bates, nesse site tem bastante informações
pratico diariamente ho'oponopono
brinco com minhas filhas todos os dias
danço
fico 15 minutos me dedicando a não fazer nada!
e fico atenta para que nas praticas da nossa cultura, comer, tomar banho, trabalhar, pagar contas, arrumar a casa...deixem de ser funções simplesmente, pois aproveito para transmuta-las em ações, e não reduzi-las a obrigações que me afastaria de mim mesma
o interessante é que quando fazemos alguma pratica que desperta parte do nosso corpo, essa parte vai se incorporando a outras e cada vez mais sentimos o "todo", o corpo voltando a existir
brinquem com praticas, experimentem diariamente ações que criam novas realidades
voltem a ser um corpo
vamos viver intensamente, cheios de desejos e vontade de vida!
continuo lendo muito, adoro o exercício do pensamento, busco conhecimento
mas se cada coisa que aprendo não se transforma em ação real no momento presente, aquilo não me serve
falamos de mais, nosso conhecimento está refinadissimo, temos técnicas, escrevemos a respeito de coisas incríveis...
todos os dias leio frases revolucionarias que pessoas postam no facebook
mas na real, não mudamos nosso cotidiano, nossa cultura, nosso modo de pensar, sentir e agir a vida
então, pra que serve tanto conhecimento?
quando alguem me fala algo revolucionario e eu quero seguir a conversa para chegar na ação, logo vem a explicação, a reclamação, a justificação, do porque não é possível transmutar
e a culpa é sempre do outro, do governo com a suas leis, da sociedade que não muda, da realidade que é assim e pronto
e cheios de conhecimento, de frases feitas elaboradas, seguimos a vida acomodados na realidade pronta e limitadora
e assim nascem os inconformados, os rebeldes, os protestos...que alimentam essa realidade da qual nos queixamos
o que eu gostaria de compartilhar é que esse assunto que anda rolando por aí sobre "criação de realidade" é verdade
tenho experimentado isso, e funciona que é uma maravilha!
a mudança não está no outro, nem no governo, nem na sociedade, nem na realidade supostamente pronta
a mudança está em nós
e quando mudamos, tudo muda!
de verdade!
para mudar é necessário praticas diárias, praticas de mudança no nosso cotidiano, sim, eu estou dizendo que são praticas reais que precisamos fazer todos os dias
como o que eu acredito é na transmutação do poder para a potencia, eu invisto nas minhas praticas diárias corporais
o corpo é a potencia
não esse corpo que estamos acostumados a pensar
mas um corpo que é o todo, e como sabemos, o todo é mais do que a soma de suas partes
as partes são muitas, pois não temos ideia do que pode um corpo
as partes que eu poderia nomear para exemplificar, são: físico, emocional, cognitivo, energético, anímico, espiritual, instinto, intuição, mente, intelecto, consciente, inconsciente, sub-consciente, percepção sensorial, percepção cinestésica, e muitas outras "partes" inseparáveis que formam o todo, o corpo!
e se não temos todas as partes ativas, vivas, acordadas, não somos o todo
os bebês, as crianças pequenas, mesmo sem saberem de nada, estão inteiros em seus corpos
em nossa cultura, vamos desinvestindo "partes" do nosso todo, e assim crescemos pela metade, e se não temos o "todo" ativado, não temos corpo, só partes dele, nos tornamos impotentes, e por isso buscamos o poder
sabendo de tudo isso, e não querendo ser mais uma inconformada, ou reclamar para alguem o estrago que fizeram comigo, arregaço as mangas e crio praticas diárias para despertar todas as partes, as que conheço e as que desconheço, diariamente, para voltar a ser um corpo
posso compartilhar minhas praticas aqui, mas gostaria de deixar claro que essas não são as únicas praticas, e nem necessariamente as melhores, são as praticas que conheço, que me fazem sentido nesse momento, e são praticas que mudam, que estão sempre vivas, que não deixo virar habito
fique a vontade de experimenta-las e fique mais a vontade ainda de criar suas próprias praticas
o importante é que sejam feitas diariamente, pois nosso não-corpo está feito por praticas diárias, ações que nos reduzem a um corpo funcional, cultural, e aleijado
aqui vão algumas praticas diárias
(é interessante como muitas praticas se dão em 20 minutos...)
antes de levantar da cama, faço 20 minutos de palming (exercício para os olhos) e depois um rápido relaxamento no corpo todo (existem muitas técnicas para isso)
em jejum, ao levantar 20 minutos de oil pulling
depois faço uma sequência de energização e processos anímicos que, no momento, estou nas pratica que li no livro "a aura e os chakras, manual do proprietario"de karla mclaren
na sequência, 20 minutos de semi-supina, uma pratica da técnica alexander, da qual sou professora
varias vezes ao longo do dia, pratico exercício para os olhos desenvolvidos pelo Dr. Bates, nesse site tem bastante informações
pratico diariamente ho'oponopono
brinco com minhas filhas todos os dias
danço
fico 15 minutos me dedicando a não fazer nada!
e fico atenta para que nas praticas da nossa cultura, comer, tomar banho, trabalhar, pagar contas, arrumar a casa...deixem de ser funções simplesmente, pois aproveito para transmuta-las em ações, e não reduzi-las a obrigações que me afastaria de mim mesma
o interessante é que quando fazemos alguma pratica que desperta parte do nosso corpo, essa parte vai se incorporando a outras e cada vez mais sentimos o "todo", o corpo voltando a existir
brinquem com praticas, experimentem diariamente ações que criam novas realidades
voltem a ser um corpo
vamos viver intensamente, cheios de desejos e vontade de vida!
8.3.13
O GRANDE DESAFIO!
em nossa cultura patriarcal temos crescido, de modo geral, na ameaça
sem dar-se conta, pais e professores educam as crianças ameaçando-as para que se desenvolvam
dizemos: "come tudo, senão você não vai crescer", "faça isso senão você não ganha aquilo", "seja legal senão eu vou ficar chateada com você"...
outros, de modo menos sutil, já ouviram de seus professores: "assim você não vai passar de ano", "desse jeito você vai ser um fracassado", "aposto que daqui alguns anos vou te ver nas paginas policiais"...
entre nós, adultos, também trocamos ameaças, dizendo: "se nossa relação continuar assim vamos ter que dar um tempo", "se você continuar rendendo tão pouco nesse trabalho, vou ter que dispensar você"...
de modo mais agressivo, de modo mais gentil ou de modo mais explicativo, fomos educados, educamos e nos relacionamos através da ameaça
inclusive nos sentimos ameaçados por nossos filhos quando eles se atrevem a não nos obedecer e por isso reagimos com contra-ataque, e as vezes de modo bem deselegante
um dos recursos do poder é justamente a ameaça
a ameaça nos paralisa, estagna muitos fluxos - emocionais, racionais, intuitivos - gera doenças em nosso corpo, provoca ansiedade, panico, gastrite e muitos outros sintomas recorrentes nos dias de hoje, em todas as idades
queremos acreditar que o problema está no outro, que o outro precisa resolver nossa frustração, nosso medo, nossa confusão, nossa impotência
porem do mesmo modo que o outro não é a causa dos meus sofrimentos, a ameaça não precisa necessariamente me fazer sentir ameaçado
quando nos damos conta da ameaça como recurso do poder e transmutamos para potencia, a ameaça torna-se desafio
ao reconhecer uma ameaça, podemos transforma-la em desafio
o desafio libera fluxos, fortalece, potencializa
não precisamos nos blindar contra ameaças, precisamos saber transmuta-las em desafio
no desafio, já não creio que o outro é a causa do problema, e que o outro precisa mudar para que minhas emoções mudem
no desafio, eu assumo o que sinto, reconheço que eu produzo aquela emoção e que está em mim a chave da mudança
a relação com o outro pode despertar ou revelar o meu ressentimento, mas não introduziu nada em mim
exemplo pratico (adoramos um exemplo!)
outro dia ao assistir o documentario muito alem do peso (recomendo), senti-me ameaçada pelos vilões dos falsos alimentos industrializados, na ameaça, minha primeira reação foi querer matar o dono de alguma dessas empresas multi nacionais, tamanha a indignação e dor que senti
ao reconhecer que as emoções eram minhas, tirei elas da estagnação e coloquei-as em fluxo
em outras palavras, deixei de alimentar a reação das emoções, planejando um contra-ataque, e perguntei a mim mesma "qual é a sua parte nisso tudo", "qual a sua responsabilidade na sustentação desse modo de alimentar-se"
e por mais que eu seja considerada uma pessoa que cuida muito bem da alimentação, fui até a dispensa e a geladeira de casa e descartei 20% do que estava la
e desde então não consegui mais consumir alimentos industrializados
coisa que eu acharia impossível, e que tem sido mais fácil do que eu imaginava
a luta é em nós!
não precisamos destruir o poder fora de nós, precisamos desinvesti-lo em nós mesmos
não dependemos da atitude do outro, dependemos da nossa atitude, pois quando deixamos de investir (consumir, acreditar, usar) algo, aquilo perde força e morre, sem ameaças
esse é o grande desafio
sem dar-se conta, pais e professores educam as crianças ameaçando-as para que se desenvolvam
dizemos: "come tudo, senão você não vai crescer", "faça isso senão você não ganha aquilo", "seja legal senão eu vou ficar chateada com você"...
outros, de modo menos sutil, já ouviram de seus professores: "assim você não vai passar de ano", "desse jeito você vai ser um fracassado", "aposto que daqui alguns anos vou te ver nas paginas policiais"...
entre nós, adultos, também trocamos ameaças, dizendo: "se nossa relação continuar assim vamos ter que dar um tempo", "se você continuar rendendo tão pouco nesse trabalho, vou ter que dispensar você"...
de modo mais agressivo, de modo mais gentil ou de modo mais explicativo, fomos educados, educamos e nos relacionamos através da ameaça
inclusive nos sentimos ameaçados por nossos filhos quando eles se atrevem a não nos obedecer e por isso reagimos com contra-ataque, e as vezes de modo bem deselegante
um dos recursos do poder é justamente a ameaça
a ameaça nos paralisa, estagna muitos fluxos - emocionais, racionais, intuitivos - gera doenças em nosso corpo, provoca ansiedade, panico, gastrite e muitos outros sintomas recorrentes nos dias de hoje, em todas as idades
queremos acreditar que o problema está no outro, que o outro precisa resolver nossa frustração, nosso medo, nossa confusão, nossa impotência
porem do mesmo modo que o outro não é a causa dos meus sofrimentos, a ameaça não precisa necessariamente me fazer sentir ameaçado
quando nos damos conta da ameaça como recurso do poder e transmutamos para potencia, a ameaça torna-se desafio
ao reconhecer uma ameaça, podemos transforma-la em desafio
o desafio libera fluxos, fortalece, potencializa
não precisamos nos blindar contra ameaças, precisamos saber transmuta-las em desafio
no desafio, já não creio que o outro é a causa do problema, e que o outro precisa mudar para que minhas emoções mudem
no desafio, eu assumo o que sinto, reconheço que eu produzo aquela emoção e que está em mim a chave da mudança
a relação com o outro pode despertar ou revelar o meu ressentimento, mas não introduziu nada em mim
exemplo pratico (adoramos um exemplo!)
outro dia ao assistir o documentario muito alem do peso (recomendo), senti-me ameaçada pelos vilões dos falsos alimentos industrializados, na ameaça, minha primeira reação foi querer matar o dono de alguma dessas empresas multi nacionais, tamanha a indignação e dor que senti
ao reconhecer que as emoções eram minhas, tirei elas da estagnação e coloquei-as em fluxo
em outras palavras, deixei de alimentar a reação das emoções, planejando um contra-ataque, e perguntei a mim mesma "qual é a sua parte nisso tudo", "qual a sua responsabilidade na sustentação desse modo de alimentar-se"
e por mais que eu seja considerada uma pessoa que cuida muito bem da alimentação, fui até a dispensa e a geladeira de casa e descartei 20% do que estava la
e desde então não consegui mais consumir alimentos industrializados
coisa que eu acharia impossível, e que tem sido mais fácil do que eu imaginava
a luta é em nós!
não precisamos destruir o poder fora de nós, precisamos desinvesti-lo em nós mesmos
não dependemos da atitude do outro, dependemos da nossa atitude, pois quando deixamos de investir (consumir, acreditar, usar) algo, aquilo perde força e morre, sem ameaças
esse é o grande desafio
16.2.13
A ARTE DA VIDA
eu acredito que cada um de nós tenha um modo de expressão, um talento, uma necessidade
podemos ser ator, pintor, poeta, dançarino, escultor, cozinheiro, educador, organizador, matemático, engenheiro, esportista, construtor, sonhador...
a expressão é nossa mídia, aquilo que com naturalidade brota em nós
mas a matéria prima de qualquer expressão é a própria vida
a vida de cada um de nós
nossa vida é autobiográfica
através do nosso modo de vida, nosso modo de pensar, sentir e agir, criamos quem somos nós, nossa matéria prima, que será apresentada através de nossa expressão, seja ela qual for
por isso, alem da expressão, precisamos investir no nosso modo de viver
em nossa matéria prima
fazer da vida uma obra prima
uma obra de arte
então não podemos gastar tempo e energia vivendo uma vidinha cotidiana a serviço de um sistema que não nos representa, que não nos considera uma obra singular, que não nos permite expressar nossos potenciais
não se distraia de si mesmo
a capacidade de existir como obra de arte está na própria natureza da vida, seja na vida animal, vegetal ou mineral
quem não se encanta com o aroma das plantas, suas cores, seus formatos
e com o brilho das pedras, sua força e encantamento
e com a beleza do porte animal, sua variedade, intensidade e singularidade
não é preciso nenhum esforço, a capacidade de ser obra prima já está na natureza, já está em nós
é preciso investir nessa divindade da vida
e assim nossa expressão, com sua matéria prima viva, fluirá intensamente, e dará a vida seu sentido próprio e sua necessidade de existência
não vamos perder tempo e energia alimentando nossos medos, nossas vidinhas medianas, nossa serventia a mediocridade do sistema que estamos sustentando
vamos investir na vida, na arte de viver, na expressão que existe em cada um de nós
podemos ser ator, pintor, poeta, dançarino, escultor, cozinheiro, educador, organizador, matemático, engenheiro, esportista, construtor, sonhador...
a expressão é nossa mídia, aquilo que com naturalidade brota em nós
mas a matéria prima de qualquer expressão é a própria vida
a vida de cada um de nós
nossa vida é autobiográfica
através do nosso modo de vida, nosso modo de pensar, sentir e agir, criamos quem somos nós, nossa matéria prima, que será apresentada através de nossa expressão, seja ela qual for
por isso, alem da expressão, precisamos investir no nosso modo de viver
em nossa matéria prima
fazer da vida uma obra prima
uma obra de arte
então não podemos gastar tempo e energia vivendo uma vidinha cotidiana a serviço de um sistema que não nos representa, que não nos considera uma obra singular, que não nos permite expressar nossos potenciais
não se distraia de si mesmo
a capacidade de existir como obra de arte está na própria natureza da vida, seja na vida animal, vegetal ou mineral
quem não se encanta com o aroma das plantas, suas cores, seus formatos
e com o brilho das pedras, sua força e encantamento
e com a beleza do porte animal, sua variedade, intensidade e singularidade
não é preciso nenhum esforço, a capacidade de ser obra prima já está na natureza, já está em nós
é preciso investir nessa divindade da vida
e assim nossa expressão, com sua matéria prima viva, fluirá intensamente, e dará a vida seu sentido próprio e sua necessidade de existência
não vamos perder tempo e energia alimentando nossos medos, nossas vidinhas medianas, nossa serventia a mediocridade do sistema que estamos sustentando
vamos investir na vida, na arte de viver, na expressão que existe em cada um de nós
1.2.13
CHEGOU O MOMENTO DA AÇÃO
talvez em um momento de fraqueza a humanidade sentiu o desejo de ter um estado para cuidar dela, achou que estava cansada da tarefa de assumir a responsabilidade por seu modo de pensar, sentir e existir na vida
e assim o estado assumiu o comando que lhe demos e nós nos tornamos um bando de irresponsáveis, sendo treinados para seguir ordens
todos falamos (ou pensamos) "só estou seguindo ordens" para justificar alguma ação questionável
como já faz um certo tempo que a humanidade criou o estado, nos acostumamos e acreditamos que esse é o único modo de vivermos em sociedade, e assim seguimos cúmplices desse modo de vida
o estado foi se refinando, se desenvolvendo e chegamos ao nosso governo pseudo-democrático
mas o estado, nosso governo, já provou que não é capaz de nos propiciar uma vida digna de ser chamada de vida
o governo não garante que uma gestante terá um parto digno e um inicio de vida humanizado para o bebê
o governo nem sabe o que é criar condições para que as crianças cresçam na potencia
não da mais para nos iludirmos que o governo irá garantir que não haverá nenhum veneno disfarçado de comida sendo vendido no supermercado
o governo é impotente por isso precisa tanto do poder
o governo é vergonhosamente, escandalosamente, escancaradamente corrupto
o governo não garante a segurança, não promove alegria, não gera vida
tenho a impressão que tudo isso está cada vez mais claro para todos nós
acho que estamos vivendo um grande momento da humanidade
arrisco a dizer que não vai demorar muito para desinvestirmos o governo
e voltarmos a sermos um bando de responsáveis e amantes da vida livre do estado
o momento é tão propicio que eu posso escrever isso sem correr risco de ser questionada pelo próprio governo
já conquistamos essa possibilidade, agora precisamos parar de reclamar do nosso governo, parar de exigir do governo o que é incapaz de fazer, parar de por a culpa em um governo falido e patético, parar de fazer o jogo do poder com rebeldia, com oposição e voltarmos para a potencia
desinvestir o que não nos interessa mais, pois assim as coisas morrem por si só, e nossa energia vai para o investimento do que realmente nos interessa
precisamos assumir o nosso modo de vida, a nossa responsabilidade e partir para a transmutação da nossa cultura
já sabemos demais
já podemos agir
e assim o estado assumiu o comando que lhe demos e nós nos tornamos um bando de irresponsáveis, sendo treinados para seguir ordens
todos falamos (ou pensamos) "só estou seguindo ordens" para justificar alguma ação questionável
como já faz um certo tempo que a humanidade criou o estado, nos acostumamos e acreditamos que esse é o único modo de vivermos em sociedade, e assim seguimos cúmplices desse modo de vida
o estado foi se refinando, se desenvolvendo e chegamos ao nosso governo pseudo-democrático
mas o estado, nosso governo, já provou que não é capaz de nos propiciar uma vida digna de ser chamada de vida
o governo não garante que uma gestante terá um parto digno e um inicio de vida humanizado para o bebê
o governo nem sabe o que é criar condições para que as crianças cresçam na potencia
não da mais para nos iludirmos que o governo irá garantir que não haverá nenhum veneno disfarçado de comida sendo vendido no supermercado
o governo é impotente por isso precisa tanto do poder
o governo é vergonhosamente, escandalosamente, escancaradamente corrupto
o governo não garante a segurança, não promove alegria, não gera vida
tenho a impressão que tudo isso está cada vez mais claro para todos nós
acho que estamos vivendo um grande momento da humanidade
arrisco a dizer que não vai demorar muito para desinvestirmos o governo
e voltarmos a sermos um bando de responsáveis e amantes da vida livre do estado
o momento é tão propicio que eu posso escrever isso sem correr risco de ser questionada pelo próprio governo
já conquistamos essa possibilidade, agora precisamos parar de reclamar do nosso governo, parar de exigir do governo o que é incapaz de fazer, parar de por a culpa em um governo falido e patético, parar de fazer o jogo do poder com rebeldia, com oposição e voltarmos para a potencia
desinvestir o que não nos interessa mais, pois assim as coisas morrem por si só, e nossa energia vai para o investimento do que realmente nos interessa
precisamos assumir o nosso modo de vida, a nossa responsabilidade e partir para a transmutação da nossa cultura
já sabemos demais
já podemos agir
4.1.13
DO MEIO DO CAMINHO PARA O CAMINHO DO MEIO
com a ameaça do fim do mundo, com a velocidade que os movimentos para mudanças estão ganhando, com a frustração do cotidiano medíocre e vazio que o sistema capitalismo tem oferecido...tem muita gente repensando seu modo de vida
mas não mudamos porque temos medo do desconhecido, que
vem do desejo de controle e garantias que nossa cultura nos fez acreditar ser uma possibilidade
sim, acreditamos ter controle sobre a vida...
e quando a mudança é mais
radical, sempre escutamos o bom conselho de escolher “o caminho do
meio” para garantirmos pelo menos o equilíbrio como resultado
porém, em nosso modo de vida já habituado geralmente confundimos “o
caminho do meio” com “o meio do caminho”
e assim ficamos estancados,
no meio do caminho
não vai, nem racha -
como diz o povo
vivemos com conhecimento, sonhos, idéias, imaginação de mais e ação de menos
no meio do caminho, começamos a justificar nossas ações e nossas não-ações pelo “bom senso”, outro engodo, que para mim está tão encrencado como o “senso comum”
hoje em dia queremos
distinguir “senso comum” do “bom senso”, atribuindo ao
primeiro o sentido de que só pensamos de um certo modo porque é
comum pensar assim mas não porque é o real
acreditamos que no “senso
comum” as pessoas vão criticar decisões que ameaçam o modo
cotidiano de pensar/agir, mas com “bom senso” as pessoas poderão
aceitar nossa decisão, apesar de diferente, basta para isso estar bem explicada, bem fundamentada, preferencialmente com evidencias cientificas, tudo com muito bom senso
pois eu acho que o “bom
senso” é tão empaca transmutações como o “senso comum”
porque ambos são
baseados em explicações que se reduzem a nossa pratica de
conhecimento e consciência
o modo potente de viver
não está na representação de conhecimento e nem da consciência, e
sim, na criação
a criação vai além do
senso comum e do bom senso, além do conhecimento e da consciência,
além e muito além do meio do caminho
é necessário criar o
“caminho do meio”, ele não é um lugar pronto e determinado, nem
com garantias e controlado, e seu equilíbrio é dinâmico e cheio de
nuances
precisamos conquistar o
gosto pelo risco para criar o “caminho do meio”, de outro modo,
estaremos sempre estancados no meio do caminho onde sabe-se de
mais e cria-se de menos, onde imagina-se de mais mas tudo
continua igual
transmutar é
desinvestir o senso comum assim como o bom senso, dar-se conta que o
caminho do meio não é limitado pelo conforto e comodidade das
garantias, porque só se conquista garantias na ilusão
transmutar é
abrir-se para o risco de viver, criando a própria vida, como nossa
obra prima singular, incomparavel, conectada as raízes da nossa
existência potente
afinal já sabemos que
o mundo não acaba, então nos resta criar o mundo novo
Assinar:
Postagens (Atom)
