um homem procurava por sua chave embaixo de um poste de luz, quando um amigo passou e ofereceu ajuda; depois de procurarem muito, o amigo perguntou: tem certeza que perdeu sua chave por aqui? pra sua surpresa o homem respondeu: eu sei que não a perdi por aqui, perdi lá do outro lado! indignado o amigo pergunta: então porque estamos procurando aqui? e o homem esclarece: porque lá está escuro e aqui tem luz!
essa é uma anedota que facilmente vira piada de bêbado, mas ela representa muito bem nossa atitude mesmo estando sóbrio, pois estamos sempre buscando a luz, mesmo quando perdemos algo no escuro
quando nos sentimos perdidos, na sombra, na escuridão, buscamos a luz, a resposta, a receita, a garantia, a certeza, um guru...
e quando encontramos a luz, nos encantamos com sua claridade e esquecemos o que estávamos buscando, e nos distraímos com a luz
mas essa luz não nos pertence, então ficamos dependentes da luz do outro
a saída não está no refugio fora de nós, mas na reconexão com esse lugar tão assustador que é a escuridão
nossa jornada é um convite para aprendermos a estar no escuro e testemunhar a claridade surgindo da escuridão
o escuro não é um lugar ruim, simplesmente um lugar onde não temos a sensação de controle, onde não enxergamos com clareza
a escuridão pode ser desde as trevas mais profundas, até uma noite estrelada ou de lua cheia
no escuro encontramos a inocência, as emoções, o instinto, a intuição, as percepções, os sentidos, as sensações, tudo aquilo que perdemos dia a dia conforme queremos ter uma vida controlada, cheia de garantias e certeza
iniciaremos nossa jornada junto com a lua minguante, adentrando a escuridão da noite
em maio vivenciaremos a lua nova, em junho a lua crescente e em julho teremos a lua cheia iluminando nossa escuridão
nos meses de março/abril, maio e junho, a vivência será aberta a todos que queiram participar
estaremos sempre dando continuidade ao desenvolvimento dos nossos processos nesses encontros, mesmo assim é possível participar de modo avulso, não precisando estar presente todos os meses
para o encontro de julho é necessário já ter participado de algum dos encontros anteriores, porque iremos receber as crianças e para isso é preciso ter uma intimidade com o processo dessa jornada
nossa primeira vivência terá duração de 30 horas, com inicio as 11h do dia 31 de março e finalizando as 17h do dia 1 de abril
a alimentação será deliciosa, leve e vegetariana, que nos ajudará a viver esse processo de deslocamento interno
para dormir é preciso um sleeping bag ou colchonete, um isolante térmico, cobertor e disposição para experimentar um movimento biológico diferente do que estamos acostumados, pois parte do processo acontecerá durante a madrugada e ao ar livre
no dia 22 de março as 21h faremos um encontro virtual com todos os interessados em participar dessa jornada para finalizarmos nossa preparação
esse encontro será gravado e estará a disposição
as inscrições para a jornada serão realizadas a partir do dia 22 de março
o encontro virtual terá vaga para 25 pessoas, e estarão a disposição para as pessoas que irão se inscrever para a jornada
para participar do encontro virtual mande um email para anavidaativa@gmail.com
9.3.16
CONSTRUINDO NOSSA JORNADA!
essa jornada surge para praticarmos um deslocamento interno gerando a transmutação que estamos buscando, pois já sabemos que fomos criados para reproduzirmos padrões que já não nos faz sentido
esses padrões se apresentam no nosso modo de sentir, pensar e agir a vida, são nossos guias, mesmo quando não acreditamos mais neles
um padrão muito presente em nós, é acreditar que existe uma vida real e outra vida sonhada, e de algum modo, queremos que essas duas vidas aconteçam em harmonia
na vida plena, incondicional e legítima, não existe dicotomia, onde precisamos dedicar parte do dia a um modo de vida condicionado e outra parte dedicada a construção de uma vida com mais sentido
também não temos a ilusão de que existe um lugar onde estaremos livres para viver na potência, pois esse lugar precisa ser construído dentro de cada um de nós
depois de tantos anos com encontros para o despertar do nosso ser íntegro, chegou o momento de mergulhar em superfícies com mais intensidade
por isso essa jornada não está condicionada aos padrões, como calendários e hábitos do velho paradigma
os 3 anos, é para termos tempo para uma transmutação com autonomia, mas esse é um trabalho para uma vida inteira, onde dia a dia construímos a nós mesmos em todas as relações, e esses primeiros três anos serão para juntos criarmos a liberação do ser incondicional
o processo acontecerá nos encontros presenciais, os encontros virtuais serão um apoio para sustentação da vivência no dia a dia, e serão somente para os participantes das vivências presenciais
iniciaremos os encontros com os adultos para criarmos uma nova base de relação, estaremos por 30 horas em processo, mas acredito que em algum momento convidaremos as crianças e familiares para nossa vivência
as datas até julho para os processos presenciais que acontecerão no amalaya, na cidade de piracaia, serão 31/3 e 1/4, 9 e 10/5, 14 e 15/6, e durante a semana do dia 19 de julho, onde provavelmente será aberta para as crianças e companheir@s
o custo será 350 reais por mês incluindo o encontro presencial, os encontros virtuais, a estrutura para os processos e vivências, alimentação e estadia
na próxima semana publicaremos outro texto com mais detalhes e no dia 22/3 faremos uma video conferencia para todos os interessados
para fazer sua inscrição mande um email para anavidaativa@gmail.com
1.3.16
JORNADA AUTO-POIETICA
a construção constante do Ser em relação!
iniciaremos um grupo para uma jornada de três anos com encontros mensais presenciais e outros encontros virtuais
essa jornada está surgindo para experienciarmos juntos processos de transmutação de padrões e crenças com pessoas que queiram mergulhar nas superfícies do fluxo da criação
a vivência presencial será mensal com duração de 2 dias, onde nos dedicaremos a praticas para despertar a incondicionalidade da existência em nós, a legitimidade de nossas vidas e a confiança do viver em fluxo diário
serão processos intensos e transformadores onde iremos muito além da compreensão mental, para gerarmos autonomia e abertura dos fluxos criadores de cada um de nós
essa jornada será exclusiva para adultos
durante esse mês de março faremos as preparações através de encontros virtuais e nos dias 31 de março e 1 de abril iniciaremos nossos encontros presenciais que acontecerão no AMALAYA
o custo para participação da jornada será de 350 reais mensal
para mais informações podem escrever para anavidaativa@gmail.com
20.2.16
ALEGRIA DO CAOS
durante 5 dias em janeiro e outros 5 dias em fevereiro, vivemos os acampamentos no amalaya
foram processos de auto-criação de cada um de nós
na experiencia de dormir em barracas em uma área pouco estruturada, viver uma relação direta com o vento forte, com a chuva/tempestade de verão, com o sol a pino, com o céu estrelado
sem energia elétrica, sem paredes
fogão a lenha, pia de balde
chuveirão frio
crianças brincando em seu próprio ritmo e tempo
garotos e garotas de sorriso solto
adultos dispostos a deixarem a comodidade da vida urbana por alguns dias
sem programação pre-definida, sem distribuição de tarefas, sem combinados
pessoas desconhecidas convivendo intensamente
famílias convivendo intensamente
e a cada dia a sensação de estar mais conectado, mais sincronizado, mais simples
fomos ensinados a evitar o caos, a fugir dele e a controla-lo
por isso estamos sempre em busca do conforto e qualquer desconforto pode ser um incomodo
quando aceitamos e nos conectamos ao caos, confiando em seu movimento, nos surpreendemos com a harmonia que surge dele
na relação direta com a natureza, nesses acampamentos que vivenciamos, criamos intimidade e nos rendemos aos movimentos da natureza
uma dança constante entre caos e harmonia
paramos de buscar segurança, conforto, garantias, controle...
porque tudo isso é efeito
efeitos que sentimos depois de viver o caos com lucidez e aceitação
não é o caos que precisamos evitar, pois ele faz parte do processo
precisamos nos preparar para viver o caos, ganhar confiança nele, termos "musculatura" para vive-lo
aceitar o caos não é se perder nele, se distrair com ele
é perceber o movimento acontecendo e para isso é necessário desinvestirmos nossas crenças em relação ao caos
a questão é que temos reduzido e classificado o movimento do caos e por isso ficamos distantes dele
nossas relações se dão por atração - nos encantamos com algo ou com alguém, isso nos leva ao convívio, isso nos leva ao caos e aí começa o problema
reduzimos esse movimento chamando-o de "adaptação", "crise", "momento difícil", ou dizemos "espera, que passa"
o caos é muito mais do que isso
é energia em movimento e transmutação
é porta de abertura para criação
é evolução
não vamos precisar acampar de vez enquando para nos lembrarmos disso, mesmo porque acampar não garante nada
e mesmo com paredes sendo construídas no amalaya, luz elétrica chegando, agua potável brotando, o caos tem seu lugar ativo se harmonizando com a criação e a atenção que nos desperta
e assim encontramos a beleza e a alegria da dança constante entre caos&harmonia no dia a dia de nossas relações
foram processos de auto-criação de cada um de nós
na experiencia de dormir em barracas em uma área pouco estruturada, viver uma relação direta com o vento forte, com a chuva/tempestade de verão, com o sol a pino, com o céu estrelado
sem energia elétrica, sem paredes
fogão a lenha, pia de balde
chuveirão frio
crianças brincando em seu próprio ritmo e tempo
garotos e garotas de sorriso solto
adultos dispostos a deixarem a comodidade da vida urbana por alguns dias
sem programação pre-definida, sem distribuição de tarefas, sem combinados
pessoas desconhecidas convivendo intensamente
famílias convivendo intensamente
e a cada dia a sensação de estar mais conectado, mais sincronizado, mais simples
fomos ensinados a evitar o caos, a fugir dele e a controla-lo
por isso estamos sempre em busca do conforto e qualquer desconforto pode ser um incomodo
quando aceitamos e nos conectamos ao caos, confiando em seu movimento, nos surpreendemos com a harmonia que surge dele
na relação direta com a natureza, nesses acampamentos que vivenciamos, criamos intimidade e nos rendemos aos movimentos da natureza
uma dança constante entre caos e harmonia
paramos de buscar segurança, conforto, garantias, controle...
porque tudo isso é efeito
efeitos que sentimos depois de viver o caos com lucidez e aceitação
não é o caos que precisamos evitar, pois ele faz parte do processo
precisamos nos preparar para viver o caos, ganhar confiança nele, termos "musculatura" para vive-lo
aceitar o caos não é se perder nele, se distrair com ele
é perceber o movimento acontecendo e para isso é necessário desinvestirmos nossas crenças em relação ao caos
a questão é que temos reduzido e classificado o movimento do caos e por isso ficamos distantes dele
nossas relações se dão por atração - nos encantamos com algo ou com alguém, isso nos leva ao convívio, isso nos leva ao caos e aí começa o problema
reduzimos esse movimento chamando-o de "adaptação", "crise", "momento difícil", ou dizemos "espera, que passa"
o caos é muito mais do que isso
é energia em movimento e transmutação
é porta de abertura para criação
é evolução
não vamos precisar acampar de vez enquando para nos lembrarmos disso, mesmo porque acampar não garante nada
e mesmo com paredes sendo construídas no amalaya, luz elétrica chegando, agua potável brotando, o caos tem seu lugar ativo se harmonizando com a criação e a atenção que nos desperta
e assim encontramos a beleza e a alegria da dança constante entre caos&harmonia no dia a dia de nossas relações
22.1.16
ACAMPA CARNAVAL NO AMALAYA
estamos em construção, em criação, em ação
nesse carnaval teremos um acampamento para plantar, construir, cuidar e criar em terras amalaya, em piracaia
experiências em permacultura, agrofloresta, construção com madeira, sistemas hidráulicos serão muito bem vindos
porém isso não é condição para participação
se você tem vontade de ajudar e conviver, venha
acomodação será em camping com barraca própria, no estilo roots, sem luz elétrica, cozinha com fogão a lenha e banho frio
conexão total e direta com a natureza
juntos criaremos nossa programação diária que incluirá mutirões de trabalho e rodas de praticas de reconexão do ser em relação
crianças maiores são bem-vindas, porem não teremos um ambiente propicio para crianças menores de 5 anos, pois estaremos em um "canteiro de obras”
as vagas são limitadas
para mais informações e para se inscrever mande um email para anavidaativa@gmail.com
10.12.15
DESINVESTIR NO PARADIGMA!
sabemos que paradigma quer dizer "padrão", "modelo a ser seguido"
até então tenho usado o termo "mudança de paradigma" ou "quebra de paradigma" como porta de entrada dos nossos encontros onde experienciamos um deslocamento interno e percebemos um outro modo de pensar, sentir e agir as relações
sem duvida, em meus processos, vivo quebrando paradigmas
mas a quebradeira já não é necessária
depois de experienciar a possibilidade de viver sem padrão, sem modelo a ser seguido, sem referencias, chegou o momento de desinvestir o paradigma, onde não é mais preciso quebrar nada, porque não é necessário trocar um paradigma por outro
além do mais, esse termo já foi totalmente absorvido pelo discurso dentro do "velho paradigma", onde se fala sobre isso em contradição da ação que continua seguindo o mesmo padrão
esse padrão se mantém quando não se chega a raiz das crenças que o sustenta
tirar o filho da escola e seguir com as mesmas crenças, é manter o mesmo padrão, seguir o mesmo modelo, porque a escola continua em nós, continuamos com as mesmas crenças de que a criança precisa ser ensinada para aprender algo, de que é necessário estimulo para a criança se desenvolver...ou cria-se um "novo paradigma" onde o padrão será, "a criança precisa ficar livre, fazer o que quiser, não ser atrapalhada"
e assim continuamos distantes da criança, onde sempre colocamos algo entre o adulto e a criança, um padrão, um velho ou um novo paradigma
e continuamos distantes de nós mesmos, sem reconhecer nossos processos de auto criação constante em relação (autopoieses)
sair da instituição não garante nenhuma transmutação, pois a instituição já está dentro de nós, então nos tornamos autônomos e seguimos nos relacionando como instituição, planejando, buscando garantias, medindo resultados, organizando nossos conhecimentos em gráficos e power point
e mais uma vez continuamos distantes de nós mesmos, sem reconhecer nossos processos de auto criação constante em relação (autopoieses)...
não se transmuta somente com praticas, pois as ferramentas não garantem nada
é preciso ir além das ferramentas, das praticas, das palavras, dos conceitos, do conhecimento
chegar nas crenças, na crença raiz, testemunhar sua liberação e observar a mudança na emoção, na possibilidade de agir de outro modo, é um processo possível quando estamos dispostos a reconhecer que arriscar é inerente a vida
precisamos ganhar gosto pelo risco, pelo inédito que a presença nos apresenta
o fluxo da vida não é controlável, não dá garantias
não se entra no fluxo da vida através do planejamento, do controle, do conhecimento
nem controlando o controle
é necessário entregar-se
estar preparado para essa entrega
onde a criação se apresenta
onde nos criamos em relação
para que a criação aconteça é preciso desinvestir a intenção, o controle
mudar de paradigma não nos coloca em criação
ter ferramentas poderosas na liberação de fluxos, como a técnica alexander, a comunicação não violenta, o thetahealing, eft, hoponopono, taketina, meditações...que sem duvida são ferramentas preciosas para aprendermos a nos entregar e confiar na potencia da vida
porém nenhuma dessas técnicas garantem nada, pois é possível reduzir essas técnica aos condicionamentos, e nos tornarmos simples funcionários dessas técnicas, enquanto o fluxo da vida segue estagnado
e cada vez que mudamos de paradigma, trocando um padrão por outro, continuamos desqualificando a vida, sua potência e sua incondicionalidade
já caminhamos bastante no processo da humanidade, já nos encontramos com a possibilidade de viver em fluxo, podemos parar de criar novos paradigmas ou sustentar os velhos paradigmas
estamos prontos para isso
podemos nos render
nos entregarmos a vida
sem duvida, um grande risco
até então tenho usado o termo "mudança de paradigma" ou "quebra de paradigma" como porta de entrada dos nossos encontros onde experienciamos um deslocamento interno e percebemos um outro modo de pensar, sentir e agir as relações
sem duvida, em meus processos, vivo quebrando paradigmas
mas a quebradeira já não é necessária
depois de experienciar a possibilidade de viver sem padrão, sem modelo a ser seguido, sem referencias, chegou o momento de desinvestir o paradigma, onde não é mais preciso quebrar nada, porque não é necessário trocar um paradigma por outro
além do mais, esse termo já foi totalmente absorvido pelo discurso dentro do "velho paradigma", onde se fala sobre isso em contradição da ação que continua seguindo o mesmo padrão
esse padrão se mantém quando não se chega a raiz das crenças que o sustenta
tirar o filho da escola e seguir com as mesmas crenças, é manter o mesmo padrão, seguir o mesmo modelo, porque a escola continua em nós, continuamos com as mesmas crenças de que a criança precisa ser ensinada para aprender algo, de que é necessário estimulo para a criança se desenvolver...ou cria-se um "novo paradigma" onde o padrão será, "a criança precisa ficar livre, fazer o que quiser, não ser atrapalhada"
e assim continuamos distantes da criança, onde sempre colocamos algo entre o adulto e a criança, um padrão, um velho ou um novo paradigma
e continuamos distantes de nós mesmos, sem reconhecer nossos processos de auto criação constante em relação (autopoieses)
sair da instituição não garante nenhuma transmutação, pois a instituição já está dentro de nós, então nos tornamos autônomos e seguimos nos relacionando como instituição, planejando, buscando garantias, medindo resultados, organizando nossos conhecimentos em gráficos e power point
e mais uma vez continuamos distantes de nós mesmos, sem reconhecer nossos processos de auto criação constante em relação (autopoieses)...
não se transmuta somente com praticas, pois as ferramentas não garantem nada
é preciso ir além das ferramentas, das praticas, das palavras, dos conceitos, do conhecimento
chegar nas crenças, na crença raiz, testemunhar sua liberação e observar a mudança na emoção, na possibilidade de agir de outro modo, é um processo possível quando estamos dispostos a reconhecer que arriscar é inerente a vida
precisamos ganhar gosto pelo risco, pelo inédito que a presença nos apresenta
o fluxo da vida não é controlável, não dá garantias
não se entra no fluxo da vida através do planejamento, do controle, do conhecimento
nem controlando o controle
é necessário entregar-se
estar preparado para essa entrega
onde a criação se apresenta
onde nos criamos em relação
para que a criação aconteça é preciso desinvestir a intenção, o controle
mudar de paradigma não nos coloca em criação
ter ferramentas poderosas na liberação de fluxos, como a técnica alexander, a comunicação não violenta, o thetahealing, eft, hoponopono, taketina, meditações...que sem duvida são ferramentas preciosas para aprendermos a nos entregar e confiar na potencia da vida
porém nenhuma dessas técnicas garantem nada, pois é possível reduzir essas técnica aos condicionamentos, e nos tornarmos simples funcionários dessas técnicas, enquanto o fluxo da vida segue estagnado
e cada vez que mudamos de paradigma, trocando um padrão por outro, continuamos desqualificando a vida, sua potência e sua incondicionalidade
já caminhamos bastante no processo da humanidade, já nos encontramos com a possibilidade de viver em fluxo, podemos parar de criar novos paradigmas ou sustentar os velhos paradigmas
estamos prontos para isso
podemos nos render
nos entregarmos a vida
sem duvida, um grande risco
30.11.15
ACAMPAMENTO AMALAYA - JANEIRO 2016!
dos dias 12 a 17 de janeiro teremos nosso acampamento com vivências que nos despertem para incondicionalidade
convívio; praticas que nos convidam a meditação; transformações no nosso modo de pensar, sentir e agir as relações; e muitos processos que criaremos juntos
são todos muito bem-vindos, sem restrição de idade e sem pré requisitos
oferecemos uma área para acampamento
é necessário levar barraca
cozinharemos juntos!
nós cuidaremos dos ingredientes para alimentação
teremos todos os custos abertos e expostos para que cada um possa fazer sua contribuição financeira dos gastos e para construção e manutenção do Amalaya - Piracaia
inscrições e mais informações - anavidaativa@gmail.com
Assinar:
Postagens (Atom)

